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quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Pare de criar scripts de teste e comece a pensar

Sim, PARE!!!
Vamos contextualizar o título.

Conceituação

Hoje o mercado pede automação de teste e as pessoas, obviamente vão em busca do que o mercado pede. Não todas obviamente, mas uma grande parte. Com a ascensão da agilidade na entrega dos softwares hoje em dia, onde muitos tomam como base um produto que é potencialmente entregável em uma variação/período de tempo de 2 a 4 semanas (obviamente não é a regra mas muitas equipes trabalham com essa variação).

Ai comece a pensar o seguinte: como eu vou garantir que, a cada variação destas (2 a duas semanas ou 4 a 4 semanas), para um mesmo produto, eu conseguirei garantir a qualidade do que está sendo desenvolvido?

Vamos incluir aqui a automação de teste em todos os níveis, segundo a pirâmide de automação de teste.
Olhando esta variação notamos que há uma grande vantagem em automatizar tudo o que pudermos ao invés de executar testes manualmente, certo? Obviamente sabemos que os testes automatizados não substituem os testes manuais por completo, mas essa é uma linha de raciocínio que não é falsa.

Logo, precisamos nesta variação, automatizar o que for factível para que no final:
  • o produto potencialmente entregável funciona como esperado (aspecto implícito de qualidade)
  • que, durante as próximas entregas de novas funcionalidades ou alteração de funcionalidades existentes, o tempo não seja desperdiçado na execução do teste manual e que o(s) script(s) de teste executem, onde ganhamos um feedback continuo dos testes

 

Senso comum

Ótimo Elias, você me convenceu, automatizar é a solução... Então vamos logo automatizar!

O que o mercado faz

O termo "mercado" aqui diz respeito ao profissional, seja ele desenvolvedor, tester ou qualquer outro papel, que vai automatizar algo. Também é a minha visão e opinião sobre o mercado.
Dado a agilidade na entrega do software o que o mercado faz é entender a funcionalidade e começar a automatizar nos períodos pertinentes.
Só que existem problemas quando "baixamos a cabeça" e começamos a automatizar...
  • Nem sempre a funcionalidade que será automatizada é realmente entendida pelo automatizador ou mesmo pela equipe
  • A automação, as vezes, é feita sem um conhecimento geral sobre programação com a utilização de ferramentas record & play
  • A execução da automação é feita um a um. Ou seja, existem diversos scripts de teste, mas o profissional abre e executa cada um
  • Depois de um tempo, o próprio profissional não sabe o que o script faz
  • Mesmo com uma série de scripts prontos, um novo bug sempre é encontrado pelo cliente

O mercado em si também trabalha muitas vezes de uma forma que não há ganhos em automatizar. Ex: um profissional de teste recebe, para poder automatizar, uma série de documento de requisitos, regras de negócio e casos de uso para automatizá-los. Com isso o foco da automação fica apenas na visão de um único requisito/caso de uso/regra. Isso pode ser extremamente ruim porque a automação dificilmente vai mostrar valor no conjunto da obra.

Não vou comentar aqui sobre testar/automatizar quando não se tem quase documentação porque, neste caso e na minha visão, existe uma grande chance de você conseguir testar e automatizar certo... mas isso é outro post...


Para de criar scripts e comece a pensar!

OK, temos um curto período de tempo se falarmos em agilidade (lembra das 2 a 4 semanas mágicas que muitos adotam), então começar a automatizar o mais rápido possível é a solução!

Sim, pode ser, mas pare de criar scripts e comece a pensar!

A grande maioria das pessoas que me procuram pedindo ajuda em automação, principalmente automação funcional/UAT é que os scripts param de funcionar e estes não conseguem mais "fazer com que o script passe".
E sabe porque isso acontece? Porque estas pessoas simplesmente "baixaram a cabeça" e começaram a automatizar.
Também há outro problema que é a falta de conhecimento na ferramenta em que se está utilizando.


Explicando no lado técnico da coisa

Começando do básico, e um dos exercícios que eu faço muito com meus alunos no meu Treinamento de Selenium/WebDriver, é primeiro olhar como a página funciona num olhar de usuário, não de testador (embora o testador tenha um olhar de usuário, no momento em que ele vai automatizar algo ele olha como olhar de tester).
Vamos pegar um exemplo, e você não vai perder mais 5 min neste post :)

O teste é simples:
  1. Acesse a página http://eliasnogueira.com/arquivos_blog/geral/collapse/
  2. Clique sobre a 'div preta' "Minhas Páginas"
  3. Clique sobre o link "Treinamento Agile Testing"

Simples não? Porque então não automatizar logo???
Bom, antes de continuar lendo o post tente automatizar na sua ferramenta de automação web preferida.


Resultado da automação sem pensar no comportamento

Se você automatizar exatamente os passos o teu script falhará! Sim, ele vai falhar!
Provavelmente ele vai falhar quando você executa o terceiro passo, que é clicar no link "Treinamento Agile Testing"

Abaixo vou colocar o trecho de código automatizando com WebDriver + Java, ignorando os devidos imports.

WebDriver driver = new FirefoxDriver();
driver.get("http://eliasnogueira.com/arquivos_blog/geral/collapse/");
driver.findElement(By.id("section1")).click();
driver.findElement(By.linkText("Treinamento Agile Testing")).click();

 

Vamos pensar no comportamento da página

Ao invés de automatizar com um olhar de desenvolvedor ou testador, vamos olhar como um usuário e mais: vamos descrever o comportamento da página.
O comportamento que eu vejo é o seguinte:
  •  Eu acesso a página em questão e ele carrega
  •  Me mostra algumas informações
  •  Eu clico em "Minhas Páginas"
  •  Um efeito é aplicado apresentando três links
  •  Eu espero o efeito terminar
  •  Eu clico no link "Treinamento Agile Testing"

Agora comparem a descrição do comportamento com os passos que eu descrevi anteriormente. Qual a diferença?
Descrevendo o comportamento da página eu coloquei uma coisa muito importante: que eu espero o efeito de clicar em "Minhas Páginas" acabar para que eu possa clicar no link "Treinamento Agile Testing"

O que faltou então: a espera!
Simples não, mas tem elementos simples que não nos damos conta que fazem nosso script falhar "sem razão".
Adicionando uma espera o script, funcional, fica assim:

WebDriver driver = new FirefoxDriver();
driver.get("http://eliasnogueira.com/arquivos_blog/geral/collapse/");
driver.findElement(By.id("section1")).click();
       
By byAgileLink = By.linkText("Treinamento Agile Testing");
WebDriverWait wait = new WebDriverWait(driver, 10);
wait.until(ExpectedConditions.elementToBeClickable(byAgileLink));
       
driver.findElement(byAgileLink).click();  


Porque isso ocorre?

O primeiro problema é a afobação, sim!!!!
Logo quando vemos algo fácil (ou mesmo difícil), por pressão de tempo, por baixa complexidade ou por diversos outros fatores começamos logo a escrever scripts de teste automatizado "sem pensar".


O problema do lado da arquitetura

Poucos testers que eu conheço, sim poucos mesmo, pensam em arquitetura para a automação de teste!
O que eu quero dizer com arquitetura é você fazer as seguintes perguntas:
  •  como eu executarei todos os scripts?
  •  como eu saberei o resultado da execução?
  •  como qualquer pessoa terá acesso aos scripts e a executá-los?
  •  como eu irei escalar os scripts? (quando novas funcionalidades entrarem)
  •  como eu farei a manutenção dos scripts?
  •  como eu irei informar o ambiente que os scripts serão executados?

Existem muitas outras perguntas que podemos fazer, mas isso já te dá uma boa noção do que é pensar em arquitetura para a automação de teste.

Então não é apenas "baixar a cabeça" e criar scripts. Imagine que o software a cada variação/período, tenha mais e mais funcionalidades. Como você vai responder as perguntas acima?
Se você não pensar nestes aspectos vai ser muito, mas muito mais vantajoso executar os testes manualmente porque você perderá muito tempo tentando arrumar/consertar os scripts.
É neste ponto que a maioria dos profissionais falha na nossa área: vendemos automação como sendo algo legal, mas depois nossos pares/colegas/gerentes veem isso como uma coisa difícil de manter e complicada, caindo em descrédito e não enxergando benefícios.
Tudo isso porque não pensamos antes de fazer!!!


Dica

Sempre, sempre que você for automatizar qualquer funcionalidade que seja, escreva em um bloco de notas ou pense quais são os reais passos que você está executando como um usuário. Depois disso, se você ainda não estiver muito familiarizado com a ferramenta que estás utilizando, tenta substituir cada ponto anotado por comandos. Obviamente terão pontos que não serão comandos, mas isso fará você pensar em tudo o que ocorreu na página e cobrir isso na criação do script.

Também conheça muito bem da ferramenta que você está utilizando e evite ao máximo record & play.
Uma ferramenta com record & play, muito provavelmente, não terá pontos de sincronização (a espera que fizemos) e você vai esquecer rapidinho de que existe uma sincronização a ser feita.


Conclusão

Testar coisa é uma tarefa investigativa, então tudo começa com um curiosidade e estudo do comportamento das coisas.
Todo o teste deve ser sempre baseado em uma hipótese, e quando você cria uma hipótese qual a primeira coisa que fazemos? Estudamos as possibilidades, analisamos comportamentos e depois aplicamos o teste para validar que a hipótese é ou não é verdadeira.

O nosso senso de urgência e conhecimento sempre vai nos dizer para não perder tempo pensando, afinal eu já tenho conhecimento e experiência bastante para fazer isso. Mas a prática real é bem diferente. Estudar comportamentos e pensar antes de qualquer coisa, não só para criar scripts de teste, nos dá uma visão muito melhor do que fazer.


Leitura recomendada: Tester, para de testar!


sexta-feira, 20 de agosto de 2010

TDC 2010 - Apresentação sobre Teste Agil e Ferramentas

Olá pessoal!
Já estádisponível a apresentação Agilidade com Ferramentas de Automação - Como e por quê? no TDC 2010 - The Developer's Conference!

Siga também os twits através da tag #TDC2010 no Twitter

As palestras no TDC Stadium eserão transmitidas pela internet, para vê-las acesse: http://www.thedevelopersconference.com.br/tdc/2010/sp/webcast

terça-feira, 13 de abril de 2010

Oficina de Automação de Testes com TestComplete (a distância)

Oficina de automação de testes com TestComplete (a distância)

Modalidade: Ensino a distância - Webconferência (o participante assiste a  aula online no seu computador via Internet)
Data: 17 de abril
Carga horária: 8 horas
Valor: R$ 290 reais (cartão de crédito em até 12x, boleto ou transferência)
Maiores informações e inscrições: treinamento@qualister.com.br

Conteúdo programático:
  • Criando um novo projeto
  • Conhecendo o Project Workspace
  • Gravando um script de teste
  • Stores e Checkpoints
  • Checkpoints (Property checkpoint)
  • Checkpoints (Region checkpoint)
  • Gravando o script em tempo real
  • Visualizer
  • Definindo a ordem de execução dos scripts
  • Data-driven
  • Acesso ao banco de dados
  • Object Browser
  • Timer
  • Chamando uma função ou procedimento localizado em outra unit
  • Auto-complete
  • Code Template
  • Debugging scripts
  • Project Items
  • Tested Applications
  • Name mapping
  • Low Level Procedures
  • User Forms
  • Events
  • Manual Test
  • Tests Log
  • Testes distribuídos
  • Tratamento de janelas inesperadas
  • Procura de imagens
  • Localização de objetos por propriedades
  • Optical Character Recognition (OCR)

sábado, 10 de abril de 2010

Como contornar o problema do Testlink 1.9 beta 3

Se alguém já baixou para avaliar o Testlink 1.9 beta 3 notou que ele vem com um pequeno "problema": na página de login são apresentados dois erros:



Notice: Undefined property: stdClass::$filter_methods in C:\wamp\www\testlink-1.9.3b\cfg\const.inc.php on line 487
Notice: Undefined property: stdClass::$filter_methods in C:\wamp\www\testlink-1.9.3b\cfg\const.inc.php on line 503



Pois bem, estes são dois errosde uma propriedade não definida onde duas variáveis não estavam definidas ($filter_methods). Isso gera um bug que bloqueia a utilização do Testlink.
O teste que eu efetuei foi sobre um Windows XP SP3 com o WampServer 2.0 (Apache 2.2.11, PHP 5.3.1 e MySQL 5.1.36).

Um bug foi aberto no bugtracker do Testlink (necessita de cadastro para visualizar). E a correção já foi feita. Só não existe ainda a definição se sairá um beta 4 ou será fechada a versão para produção.
Hoje existem 76 bugs abertos para o Testlink 1.9 beta 3 sendo 23 resolvidos e 2 fechados.

Para contornar esse problema, podemos baixar o arquivo alterado diretamente do CVS do projeto.
No link abaixo podemos visualizar o arquivo alterado e salvá-lo...
http://testlink.cvs.sourceforge.net/viewvc/*checkout*/testlink/testlink/cfg/const.inc.php?revision=1.139

Para que você possa ir utilizando o Testlink na versão beta até que a versão com o bug fix saia, faça um backup (por precaução) do arquivo INSTALACAO_TESTLINK/cfg/const.inc.php, salve o arquivo do link acima (do CVS) e coloque na mesma pasta, onde INSTALACAO_TESTLINK é o diretório onde o Testlink é encontrado.

Você vai notar que o bug estará corrigido, e uma diferença é que o Testlink será apresentado como Beta 4 (por causa das alterações de bug fix).

Em breve postarei aqui sobre as mudanças desta nova versão, e também oficializar a tradução completa da ferramenta para o Português do Brasil...

Abraços!

sábado, 27 de março de 2010

Selenium IDE 1.0.6 released!

Em menos de dois meses sai uma nova versão do Selenium IDE com pequenas modificações.
Um dos bugs mais visíveis, porém inofensivo era o de logar um erro de Xml Http Request no log da IDE sempre que um Caso de Teste era executado.
Issue #388 (reportada por mim) http://code.google.com/p/selenium/issues/detail?id=388

As demais issues corrigidas podem ser visualizadas em http://code.google.com/p/selenium/wiki/SeIDEReleaseNotes

Download do Selenium IDE: http://release.seleniumhq.org/selenium-ide/1.0.6/selenium-ide-1.0.6.xpi

    segunda-feira, 22 de março de 2010

    CInTeQ 2010 - Test Automation

    Olá pessoal!
    Hoje participei do treinamento no CInTeQ 2010 com a Dorothy Graham e gostaria de passar pra vocês minha experiência em ter participado deste treinamento.


    O início
    Cheguei bem mais cedo do que estava previsto (as 8:00 e o curso iniciaria as 09:30), mas até aí tudo bem. Desci e tomei um café. Quando a sala estava disponível entrei e me deparei com uma senhora com aparência de vovó (daquelas que dá vontade de apertar os bochechas) sentada. Logo o meu raciocínio lógico e a apurado me diz: essa é a Dorothy.


    Objetivos do treinamento
    O treinamento, basicamente, segue essa ordem (mas no nosso curso ela fez uma ordem diferente do material que recebemos, diz ela que com o intuito de experimentar para ver se o entendimento fica melhor):
    1. Planejando e Gerenciando a Automação de Teste
    2. Técnicas de Desenvolvimento
    3. Arquitetura de Testes Automatizados
    4. Pré e Pós processamento
    5. Comparação da Automação (resultados)
    6. Recomendações e Direções
    Planejando e Gerenciando a Automação de Teste
    Foram colocados alguns pontos  interessantes nessa primeira parte.
    • A Automação é um projeto (com todos as fases), e ainda é um projeto de desenvolvimento
    • Que ele precisa de objetivos bem definidos para ser desenvolvido
    São objetivos da Automação de Teste
    • Executar testes tediosos ou difíceis de serem executados manualmente
    • Executar Testes de Regressão com maior frequencia
    • Garantir a repetibilidade dos Testes Regressivos
    • Ter o ROI (Retorno de Investimento) em não mais do que 6 interações de teste
    Não são objetivos da Automação de Teste
    • Melhorar os testes
    • Reduzir a equipe
    • Reduzir o tempo e custo para arquitetar os testes
    • Automatizar todos os testes
    As Métricas úteis para a Automação de Teste são aquelas que dão suporte a uma efetiva análise e decisão, e que são fáceis de coletar.
    Dentro das Métricas de Automação de Teste, podemos citar
    • Esforço para automatizar e executar os testes automatizados
    • Esforço para desenvolver um novo teste automatizado
    • Esforço para analisar as falhas
    • Tempo para executar os testes automatizados x testes manuais
    A recomendação de métricas é a seguinte:
    • Não medir tudo!
    • Escolher três ou quatro métricas
    • Coletar e monitoras as métricas por alguns meses
    • Trocar a métrica se ela não fazer mais sentido

    Sempre que quisermos aplicar a Automação de Testes pela primeira vez, devemos escolher um Projeto Piloto. Devemos lembrar que esse projeto deve:
    • Ser pequeno: de 3 a 6 meses e possuir de 3 a 6 pessoas (não é mandatório)
    • Não crítico: que não ponha em risco a entrega do projeto
    E como um resumo deste item:
    • Conhecer os seus reais objetivos para a Automação de Teste
    • Medir o que é importante pra você e sua empresa
    • Utilizar de Projetos Pilotos para iniciar com sucesso a Automação de Teste
    • Atribuir responsabilidades para a Automação

    Técnicas de Desenvolvimento (Scripting Techniques)
    As Técnicas de Desenvolvimento de Testes Automatizado tem como objetivos:
    • Reduzir custos
    • Ter um bom ROI (Retorno de Investimento)
    • Aumentar a capacidade dos testes
    • Evitar os custos excessivos de manutenção
    Existem diversas técnicas de Desenvolvimento de Testes Automatizados, as apresentadas foram:

    Linear
    O famoso "Record and Playback" (gravar e executar). Ele é rápido de criar mais difícil de manter.
    Pode trazer diversas ações duplicadas, que poderiam ser reaproveitadas

    Estruturada
    Utiliza-se da reutilização de scripts, criando assim uma biblioteca com as ações mais comuns automatizadas e executadas no sistema-alvo (SUT). Reduz custos de manutenção e geração de testes.

    Data Driven (Orientada a dados)
    São scripts voltado para a massa de dados do teste onde os dados de testes são extraídos dos scripts e colocados em algum local (data source). O controle do script (execução) é feita pela leitura destes arquivos e esta técnica reduz custos de desenvolvimento do scripts, uma vez que os testadores podem criar os data sources.

    Keywords (Palavras Chave)
    São scripts de controle de onde extraímos as instruções mais comuns em alto nível onde colocamos a definição destes scripts em uma linguagem de usuário (requisitos), podendo ser utilizadas em todos os níveis de teste (unitário, teste e aceitação)

    Como resumo deste item temos:
    • Uma boa técnica aplicada a nossa realizada reduz custos de manutenção
    • A técnica de keyword é a mais sofisticada atualmente

    Arquitetura de Testes Automatizados
    A arquitetura é um fator crítico de sucesso para a automação que deve ser separado da visualização que os testadores tem e que devemos separar os testes da ferramenta.
    Na arquitetura devemos pensar nos itens de Testware, como:
    • Dados do teste
    • Resultados esperados
    • Resultados obtidos
    • Logs
    • Scritps
    • Documentos
    • Utilitários
    • etc... (existe uma série de outros itens de testware)
    Os benefícios de criar uma boa Arquitetura para a Automação de Testes são:
    • As ferramentas podem assumir o conhecimento
    • Podemos automatizar mais atividades/tarefas
    • Portabilidade dos testes
    • Baixa curva de aprendizado
     Como resumo deste item temos:
    • Precisamos de padrões de configuração para tornar a automação mais eficiente
    • Testware
    • Criar um boa arquitetura a fim de reutilizar ao máximo os testes

    Pré e Pós Processamento
    O pré-processamento são todas as atividades iniciais antes de iniciar efetivamente a automação, como a criação dos diretórios, carregamento de dados, etc...

    O pós-processamento são todas as atividades quando o script termina sua execução, como a remoção dos arquivos temporários que não serão mais utilizados, remoção dos dados, etc..

    Durante o processamento dos testes e sua execução devemos fornecer o status do teste.
    A ferramenta não pode ter a certeza que os testes realmente passaram, a ferramenta apenas faz uma suposição se os resultados estiverem dentro do esperado.
    O que nós devemos fazer é sempre analisar o resultado obtido da ferramenta e comparar com os resultados esperados.

    Comparação da Automação (resultados)
    Existem diversos tipos de comparação de resultados da Automação de Teste e diferente forma de faze-los. Padrões para a comparação de resultados nos dá ganhos de eficiência e efetividade.
    Existem dois tipos de comparações: as dinâmicas e as de pós-execução.

    Comparações dinâmicas:
    • Executadas durante a execução dos testes
    • Executadas pela ferramenta de teste
    • Informações de falha são geralmente gravadas em log.
    Comparações de pós-execução:
    • Executadas depois que a execução de teste termina
    • Muito bom para comparar arquivos ou bases de dados
    • Pode ser separado da execução de teste
    • Pode ter diferentes níveis de comparação

    Recomendações e Direções
    Basicamente foi uma resumo de toda a apresentação, onde podemos citar os seguintes pontos:
    • Criar scritps usáveis e reutilizáveis
    • Selecionar bons candidatos para a automação
      • que podem ser executados diversas vezes
      • demorados para executar manualmente
      • difíceis de executar manualmente
    • Começar o Projeto Piloto com poucos testes automatizados (10 a 20 testes)
    • Executar a automação em uma versão estável do software
    • Executar a automação em uma versão não estável do software, a fim de estudar seu comportamento e impacto
    • Medir sempre e criar estratégias para reportar os resultados (ROI)
    • Criar padrões para a automação
    • Separar a Arquitetura de Automação de Teste em níveis de abstração

    A Dorothy tem uma excelente didática, além de dar diversos exemplos de estudo de casos. O interessante é que ela apresentou estudos de casos reais que não deram certo e o porquê de eles não terem dado certo.

    Tivemos exercícios de fixação do conteúdo, como responder quais eram objetivos aceitáveis para a automação de teste e quais não eram e no final do dia tivemos um joginho para descontrair e aprender um pouco mais sobre automação.

    Links
    Site do CInTeQ 2010: http://www.cinteq.com.br/
    Site da Dorothy Graham: http://www.dorothygraham.co.uk/

    Para ver a cobertura completa do CInTeQ 2010, acesse o blog QualidadeBR do Fabrício Ferrari

    Abraços!

    terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

    Free Open Source Testing Tools Webinar

    Dentro do Test Management Forum do LinkedIn recebi a informação de um Webinar grátis!
    A empresa Push to Test está promovendo este webinar sobre Ferramentas Open Source de Teste de Software.

    Serão duas sessões diferentes, uma para Gerentes de TI e outra para Desenvolvedores e Testadores.
    Vou colocar abaixo apelas a sessão para Desenvolvedores e Testadores, mas no final do post você pode ver os links e visualizar a outra sessão.

    Os desenvolvedores e testadores aprenderão:
    • Usar o Selenium em Aplicações de Internet Rica (Rich Internet Application, RIA usando Ajax)
    • Criar Suites de Teste de aplicações baseadas em SOAP e REST usando soapUI.
    • Habilitar dados de teste do Selenium usando o TestMaker.
    • Testar aplicações Flash/Flex usando protocolos AMF.
    • Integrar testes no TestMaker em um sistema de Integração Contínua (Continuous Integration)
    • Como analizar resultados dentro de Conhecimentos Acionáveis (Actionable Knowledge).
    • Usando Glassbox e DynaTrace para a Análise de Causa Raiz (Root Cause Analysis).

    Apresentando: Selenium, soapUI, HTMLUnit, JUnit, TestMaker,

    Para saber mais acesso o site: http://www.pushtotest.com/services/workshop_tech

    Existem as seguintes datas para o webniar:
    February 25, 2010, 7:30 am Pacific (GMT -8) for 2 hours
    March 18, 2010, 1:00 pm Pacific (GMT -8) for 2 hours
    March 31, 2010, 8:00 am Pacific (GMT -8) for 2 hours
    April 21, 2010, 1:00 pm Pacific (GMT -8) for 2 hours


    PS: o webinar é em inglês!

    Abraços!

    sábado, 20 de fevereiro de 2010

    Selenium IDE 1.0.5 is released!

    Diversos profissionais da Área de Teste tem procurado aprender o Selenium (e suas derivações) para aprender a automatizar as aplicações web onde trabalham.

    Ontem foi lançado a versão 1.0.5 do Selenium IDE, que foi patrocinado pela SouceLabs.

    Para baixar a nova versão acesse o site do Selenium no seguinte endereço: http://seleniumhq.org/download/

    Todas as melhoras aplicadas podem ser visualizadas em:
    http://saucelabs.com/blog/index.php/2010/02/selenium-ide-1-0-5-is-released/

    sábado, 28 de novembro de 2009

    7° Encontro Mensal ALATS SP - Alta Automação

    Data: 2 de dezembro (quarta-feira)
    Horário
    : 18:30 - 22:00
    Local: Av. Paulista, 726 – Auditório – próximo a estação de metôr Brigadeiro

    Objetivo:
    Aumentar o contato entre profissionais da área de Teste de Software e Garantia da Qualidade, bem como estimular a troca de conhecimentos, experiências e práticas de sucesso.


    Tema do Encontro:
    Alta Automação

    Conteúdo:
    Veja as diferenças entre testes manuais, testes automatizados e testes em alta automação. Conheça uma revolucionária maneira de testar criada por brasileiros e exportada para diversos paises.

    Agenda:
    18:30 Credenciamento e networking entre os participantes
    19:00 Início da palestra
    20:00 Coffee break e networking
    20:30 Continuação da palestra
    21:30 Espaço aberto para discussão de temas da ALATS e da comunidade de Qualidade de Software em geral
    22:00 Encerramento


    Palestrante:
    Marco Aurélio Bassi, graduado, pós-graduado e mestre em Engenharia. 30 anos de experiência em Tecnologia da Informação. 19 anos lecionando em cursos de graduação, pós-graduação e MBAs. 10 anos de atuação na área de Teste de Software. Um dos desenvolvedores do conceito de High Automation Testing. Diretor de Consultoria e Vendas do Grupo HDI.


    Inscrições:
    Até 01/12/2009 às 19:00h por este pelo link

    - Não Associados: R$ 30,00
    - Associados ALATS 15% de desconto

    A participação na palestra Vale 3 PDTS para a renovação da CBTS
    Reserve pelo e-mail sp@alats.org.br

    sexta-feira, 31 de julho de 2009

    4° Encontro Mensal ALATS - Slides Automação de Teste

    Olá pessoal!!
    A palestra que realizei no 4° Encontro Mensal ALATS em São Paulo sobre Automação de Teste - Mitos e Verdades já está disponível.
    Você pode ver toda a apresentação abaixo ou efetuar o download dela.

    Qualquer dúvida, sugestão ou troca de figurinhas, não deixe de postar um comentário!
    Abraços!

    quarta-feira, 29 de julho de 2009

    4° Encontro Mensal Alats - Automação de Teste

    Olá pessoal!
    Depois de um tempo sem postar, e meio em cima da hora, quero informar que vou estar apresentando o 4° Encontro Mensal ALATS aqui em São Paulo sobre Automação de Teste de Software - Mitos e Verdades.

    O Encontro foi trasnferido de local, sendo agora na Av. Paulista (veja local exato abaixo).
    Para quem não se inscreveu ainda, pode faze-lo pelo enviando um email para sp@alats.org.br.
    Para quem ainda não pagou, pode pagar na hora, mas é importante mandar pelo menos o email confirmando a sua presença.

    Abraços!


    4º Encontro Mensal ALATS

    Data: 30 de Julho (quarta-feira)
    Horário: 18:30 - 22:00

    Local: Av. Paulista, 726 – Auditório.

    Objetivo:
    Aumentar o contato entre profissionais da área de Teste de Software e Garantia da Qualidade, bem como estimular a troca de conhecimentos, experiências e práticas de sucesso.

    Tema do Encontro:
    Automação de Teste de Software - Mitos e Verdades


    Agenda:
    18:30 Credenciamento e Networking entre os Participantes
    19:00 Automação de Teste de Software
    20:00 Coffee break e Networking
    20:30 Continuação da apresentação
    21:30 Espaço aberto para discussão de temas da ALATS e da comunidade de Qualidade de Software em geral
    22:00 Encerramento

    Palestrante:
    Elias Nogueira, CSTE. Graduado em Análise e Desenvolvimento de Sistemas pela Ulbra - Canoas/RS. Arquiteto de Teste de Software na In|Metrics, Instrutor de Teste de Software na Iterasys e Consultor em Automação de Teste na Testanywhere.

    Inscrições:
    - Associados ALATS: R$ 25,00
    - Não Associados: R$ 30,00

    A participação na palestra Vale 3 PDTS para a renovação da CBTS

    Reserve pelo e-mail sp@alats.org.br

    Bônus: A Iterasys sorteará entre os participantes 1 vale desconto em seus treinamentos no valor de R$ 400,00.

    quarta-feira, 6 de agosto de 2008

    Slides da Palestra de Automação no Processo de Teste

    Segue os slides da palestra sobre Automação no Processo de Teste na TargetTrust Treinamento e Tecnologia que ocorreu nos dias 29/07 e 05/08.

    A palestra aborda sobre linhas gerais a Automação no Processo de Teste e as ferramentas que nos dão suporte para o mesmo.
    Acessando o site do SlideShare (clicando sobre a apresentação abaixo) é possivel efetuar o download dos slides.


    quarta-feira, 22 de agosto de 2007

    Livro Automação e Gerenciamento de Testes

    Dia 21/07/2007 foi lançado o livro "Automação e Gerenciamento de Testes:Aumentando a Produtividade com as Principais Soluções Open Source e Gratuitas" por Cristiano Caetano.

    Este livro aborda as principais ferramentas OpenSource e gratuitas de Teste de Software apresentando um catálogo de ferramentas e seus principais recursos.

    O livro está disponível a venda em ebook por este link.

    Vale a pena conferir!

    Resenha: http://www.linhadecodigo.com.br/Artigo.aspx?id=1392
    Preview do livro: http://www.linhadecodigo.com.br/EBook.aspx?id=2951